Sobre mim

Formação acadêmica

-Graduação em Medicina pela Universidade de Caxias do Sul (UCS). 2007-2013;

-Residência Médica em Psiquiatria pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA)/Complexo Hospitalar Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre/HMIPV. 2016-2019;

-Formação em Psicoterapia Cognitivo-Comportamental pelo CELG/Hospital de Clínicas de Porto Alegre. 2018;

-Preceptor da Residência Médica em Psiquiatria da SMS-SJP no período 2020-2023;

-Participação em projetos de pesquisa, os quais renderam uma premiação pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e uma publicação científica internacional (no Journal of Clinical Medicine).
Clique aqui para ler o artigo científico com a participação do Dr. César

Trajetória profissional

Conheça um pouco sobre minha trajetória 

Quem é o Dr. César Caldart?

Desde a infância, me instigava compreender os porquês que levavam as pessoas a sentir, pensar e agir de formas completamente distintas perante uma mesma situação. Quais variáveis seriam as responsáveis por tornar-nos tão diferentes em alguns aspectos?

A escolha da profissão

Eu sabia que meu caminho seria compreender e aliviar o sofrimento psíquico. Comecei a cursar Psicologia, mas antes de me formar, descobri uma paixão pelos aspectos psiquiátricos. Decidi então ir à luta: tranquei Psicologia e prestei vestibular para Medicina com o objetivo de ser Psiquiatra. Após um ano de muito estudo fui aprovado.

Me tornando médico

Durante a Faculdade de Medicina na Universidade de Caxias do Sul -UCS- (2007-2013) tive a certeza de ter feito a escolha certa. Foram 06 anos de muito estudo e de muitas vivências. Durante a faculdade, fundei a Liga Acadêmica de Psiquiatria (LAPS), selando meu desejo de ser psiquiatra.

Ganhando experiência    como médico

Trabalhei por 03 anos como clínico geral em unidades básicas e de pronto socorro no SUS a fim de adquirir uma experiência médica mais abrangente. Cumpri ainda um ano de serviço militar obrigatório como médico. Poder me sentir útil à sociedade colocando em prática o que tanto estudei passou a ser e ainda é uma experiência abençoada.

Residência Médica em Psiquiatria

De 2016 a 2019 realizei a Residência Médica em Psiquiatria na UFCSPA. Era meu desejo realizar uma formação em Psiquiatria que fosse muito boa. Portanto, estudei muito para ser aprovado neste que é um dos melhores e mais disputados serviços de formação de psiquiatras no país. Valeu a pena o esforço! Guardo com carinho essa fase no meu coração.

Formação em Psicoterapia Cognitivo-Comportamental

Fiz também Formação em Terapia Cognitivo-Comportamental no Celg/Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Costumo dizer que, na maioria dos quadros psiquiátricos, o tratamento medicamentoso serve como um adubo para a mente, mas que o verdadeiro plantio e cultivo é feito pela psicoterapia. Com essa combinação (medicação + psicoterapia) conseguimos colher bons frutos!

Atuando em Curitiba-PR

Em 2019, me mudei para Curitiba, onde trabalhei em diversos hospitais e unidades, como Hospital Bom Retiro, Hospital do Trabalhador e FEAS (CAPS CIC).
Atuei como preceptor da Residência Médica em Psiquiatria da SMS-SJP (2020 a 2023). Além disso, participei de projetos de pesquisa, os quais renderam uma premiação pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e uma publicação científica internacional (no Journal of Clinical Medicine).

Sou o Dr. César Caldart, médico psiquiatra e psicoterapeuta

Minha missão é oferecer um atendimento humano e acolhedor aliado à boa prática técnica a fim de compreender os sintomas e histórico de vida únicos de cada paciente e, assim, poder instituir de forma individualizada um tratamento capaz de solucionar, ou ao menos aliviar consideravelmente, os sofrimentos vivenciados.

Sobre minha proposta de atendimento

Proporcionar um atendimento acolhedor, atencioso e empático aliado a técnica adequada a fim de compreender com clareza as queixas e o sofrimento de cada paciente. Eis minha missão. 
Cada indivíduo é um ser único no universo, portanto, é indispensável que a duração das consultas permita que o paciente seja ouvido e avaliado com calma e técnica apropriadas. O tratamento mais eficaz é obtido quando se compreende o paciente como um todo (nas dimensões biopsicossocial e espiritual, ou seja, dimensões biológica, psicológica, social e espiritual) e não apenas como um somatório de queixas. 
Somente desta forma, combinando um atendimento humano com uma técnica personalizada para cada caso é que obteremos um tratamento eficiente e capaz de solucionar, ou ao menos aliviar consideravelmente, os sofrimentos pelos quais os pacientes estão passando.

“Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana seja apenas outra alma humana.” (Carl Gustav Jung, célebre psiquiatra suíço)

Dúvidas frequentes


Isso é mito. O trabalho do psiquiatra é o de avaliar e tratar qualquer tipo de quadro mental de uma forma abrangente, ou seja, não considerando apenas os medicamentos, mas também outras opções de tratamento, como por exemplo, a psicoterapia. Em alguns casos, após avaliar um paciente, a gente pode concluir que o melhor tratamento indicado é apenas psicoterapia, ou seja, tratamento sem medicamentos a serem prescritos. Em outros casos, sugerimos medicação associada à psicoterapia. Em outros, como na Esquizofrenia e no Transtorno Bipolar, a medicação acaba sendo de fato o tratamento principal. Em resumo, de uma forma geral, os tipos de tratamentos possíveis são individualizados caso a caso, não necessariamente envolverão medicação e sempre serão discutidos de forma aberta com o paciente.
Isso é mito. Deixa eu te perguntar: uma mulher só deve ir ao ginecologista quando tiver um câncer de útero ou será que ela também pode ir para tratar algo mais simples, como uma infecção urinária por exemplo? O mesmo raciocínio se aplica ao psiquiatra. Não preciso estar com um surto psicótico para ir ao psiquiatra, posso ir ao psiquiatra por estar ansioso demais, angustiado, com uma tristeza e indisposição que não melhoram, com insônia…. Portanto, livre se dos estigmas e preconceitos e deixe o psiquiatra te ajudar.
Isso é mito. A maioria das pessoas que cometeram suicídio normalmente vinham falando sobre suícidio ou ao menos deram sinais de que não estavam bem. Existem também os casos de suicídio que ocorrem de forma impulsiva em que a pessoa praticamente não deu sinais de que isso poderia ocorrer, mas esses casos são a minoria. A maioria dos suicidas deu sinais antes de cometer o suicídio. Portanto, a mensagem é a seguinte: se a pessoa verbalizou sobre suícidio, nunca desvalorize ou desmereça sua fala, tenha uma postura acolhedora e a ajude ou oriente a buscar ajuda profissional com um psiquiatra.
Isso é mito. Muito pelo contrário, devemos sim falar sobre suícidio com quem já deu sinais de estar pensando em não querer mais viver. Falar sobre suicídio pode ajudar a aliviar a angústia de quem está sofrendo com esses pensamentos.
Isso também é mito. Muito pelo contrário, a mídia deve sim falar sobre o assunto. Não é a toa que existe o Setembro Amarelo, que é uma campanha de prevenção ao suicídio. Um assunto diferente envolve noticiar que o motivo da morte de determinada pessoa ocorreu por suicídio. Existe o chamado efeito Werther, que diz que divulgar amplamente um suicídio pode estimular outras pessoas a se suicidarem. Apesar de não estar cientificamente provado que esse efeito de fato existe, procura-se ou não divulgar casos de suicídio ou caso se divulgue, tomar muito cuidado na forma que a notícia é transmitida, sempre cuidando para não glorificar o suicídio e sim educar a população de que o suicídio é sempre uma má escolha.

Av. Vicente Machado 2100. Sala 403. Batel. Curitiba-PR

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